🔥 MOÇAMBIQUE CAPTURADO? MUCHANGA DENUNCIA NEGÓCIOS SUJOS, GASTOS DO PODER E UM ESTADO EM QUEDA
António Muchanga lançou duras críticas à forma como o país está a ser gerido, acusando dirigentes de capturarem negócios e prejudicarem diretamente o Estado.
Segundo Muchanga, sempre que figuras influentes entram em determinados sectores, esses negócios deixam de contribuir como antes para os cofres públicos. A denúncia levanta suspeitas sobre uma rede de interesses que, alegadamente, favorece ganhos privados em detrimento do desenvolvimento nacional.
A posição encontra eco nas declarações do governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, que já afirmou não existir qualquer relação institucional com esses grupos, classificando-os como “facilitadores de negócios sujos”, afastando assim qualquer ligação oficial do sistema financeiro.
⚠️ PARLAMENTO SOB PRESSÃO E FUNÇÃO PÚBLICA EM EXPANSÃO
Muchanga criticou ainda o Parlamento, onde, segundo ele, se fala em reduzir despesas, mas na prática aumenta-se o número de funcionários, agravando o peso sobre o Estado.
🌍 GASTOS DO PODER LEVANTAM INDIGNAÇÃO
Num tom ainda mais crítico, o político questiona os elevados custos das deslocações do Chefe de Estado e da Primeira-Dama:
“O Presidente está em todo o lado — quanto custa isso ao país?”
“A Primeira-Dama não perde nenhum canto — de onde vem esse dinheiro?”
Para Muchanga, estes gastos contrastam com a realidade do país, onde nem sequer há condições básicas garantidas em todas as regiões.
💸 LUXO, FESTAS E DÍVIDAS ENTRE DIRIGENTES
O político foi mais longe ao denunciar alegados excessos dentro da elite governativa, incluindo gastos em festas e casamentos, afirmando que alguns dirigentes vivem acima das suas possibilidades — chegando até a acumular dívidas.
⚖️ JUSTIÇA FRAGILIZADA E IMPUNIDADE
Muchanga conclui com um alerta grave: a justiça moçambicana estaria a ser enfraquecida para proteger figuras envolvidas nesses esquemas, criando um ambiente de impunidade que, segundo ele, está a “desgraçar

0 Comentários